 |
Com
bosques para caminhadas, recantos tranquilos para relaxar, ler um
livro ou simplesmente apreciar o canto dos pássaros, o complexo
turístico é alvo do cuidado da empresa com a preservação
do meio ambiente.
Em 1981, toda a área verde foi reconstituída,
através de um programa ecológico da Companhia
nas encostas dos morros, com a extirpação do incendiário
capim colonião.
A empresa deu início, em 1983, ao Plano
de Reconstituição Vegetal dos Morros da Urca e Pão
de Açúcar, elaborado pelo Instituto de Conservação
da Natureza, que era vinculado à Secretaria de Ciência
e Tecnologia do Estado da Guanabara.
A "Operação Vegetação",
como se denominou o programa de reflorestamento, cobriu uma área
de 100 mil metros quadrados, onde foram plantadas 20 mil mudas de
árvores ornamentais e frutíferas, além de ter
sido elaborado todo o enriquecimento paisagístico - com mudas
originárias do Jardim Botânico. |
 |
Foi reconstituída
a fauna local, com a soltura deespécimes apreendidas em feiras
peloDepartamento Geral de Recursos Naturais Renováveis .
Os morros ganharam de volta quaresmeiras, palmeiras,
antúrios, begônias, orquídeas e samambaias, dentre
uma série de outras espécies. A floresta tropical que
ressurgiu trouxe micos, coleiros, sanhaços, sabiás,
e outros pássaros. Também foi feito o ajardinamento
dos platôs do Morro da Urca e do Pão de Açúcar,
com jaqueiras, ficus, abacateiros e goiabeiras. O reflorestamento
dos morros Cara de Cão e Pão de Açúcar
durou quatro meses.
Também com excelentes resultados, conseguiu-se
reunir aves da região, tais como arara vermelha, seriema, tucano
de peito amarelo, papagaio do mangue, mediante a distribuição
de alimentos adequados em 50 manjedouras espalhadas no meio da vegetação.
Uma equipe de funcionários era responsável pela conservação
do local e um veterinário dava assistência aos pássaros.
Em 1993, estes animais foram doados ao IBAMA. |