 |
|
|
 |
Em
29 de maio de 1969 o Governador da Guanabara, Francisco Negrão
de Lima, assinou instrumento contratual com a Companhia Caminho
Aéreo Pão de Açúcar, no qual o Estado
determinava que a empresa teria que duplicar a linha aérea,
que passaria a ser servida por dois bondinhos em cada trecho-quatro
no total. A partir daí, a empresa realizou estudo sobre
a perspectiva do desenvolvimento do turismo da cidade até
o ano 2.000
Por entender que apenas a duplicação
da linha aérea não acabaria com as filas na hora
de muito movimento, a empresa desenvolveu um projeto contrapropondo
a instalação de novo e moderno teleférico,
de grande capacidade, que representava investimento dez vezes
maior ao da duplicação prevista no contrato. A
5 de maio de 1970, o Governador da Guanabara, Francisco Negrão
de Lima, assinou termo adicional ao contrato, autorizando a
construção do novo caminho aéreo em substituição
ao antigo.
A obra, orçada em
2 milhões de dólares, começou no dia 13
de julho de 1970 exigindo o desmonte de três grandes blocos
de pedras do alto doPão de Açúcar pesando
mil toneladas e durou dois anos. |
|
|
 |
|
Cada estação
consumiu, em média, mil metros cúbicos de concreto,
equivalente à construção de um edifício
de dez andares, e foram encravadas na rocha dos morros por cerca de
300 chumbadores.
Os bondinhos começaram a funcionar
no dia 29 de outubro de 1972, numa solenidade aberta pelo então
Vice-Presidente da República, Almirante Augusto Rademaker ,
e presença de autoridades e personalidades, como o Príncipe
Dom Pedro de Orleans e Bragança; o Governador do Estado da
Guanabara, Antonio Chagas Freitas; e o Cardeal Dom Eugênio Sales,
Arcebispo do Rio de Janeiro, que deu a benção ao novo
sistema. |
|