1502 - O Pão de Açúcar é avistado no dia primeiro de janeiro pelo navegador português André Gonçalves, durante uma expedição de reconhecimento da costa brasileira. A baía de Guanabara, quando navegada pelos exploradores, é confundida com um rio. A região fica então conhecida como Rio de Janeiro.
1504 - O navegador português Gonçalo Coelho, chega ao Rio de Janeiro durante uma expedição pela costa brasileira. Nessa ocasião constrói uma casa de pedra na foz do Rio Carioca, denominado mais tarde dessa forma por representar em idioma indígena "acari-oca" ou casa do homem branco, onde "acari" denominava o homem branco com suas vestes militares lembrando um tipo de peixe encouraçado que vivia na foz daquele rio, e "oca" representava casa, moradia.
1518 - O navegador Juan Dias de Solis, portugues de nascimento passou pelo Rio de Janeiro em expedição contratada pela coroa espanhola.
1519 - Chegada do navegador português Fernão de Magalhães em 13 de dezembro, em sua famosa viagem para as Índias, quando denominou Santa Luzia a baía de Guanabara, por desconhecer que a mesma já havia sido descoberta. O nome Guanabara vem do idioma indígena e representa seio de mar muito fértil, cheio de vida.
1531 - Em 30 de abril Martin Afonso de Souza chega à região do Rio de Janeiro, também em expedição de reconhecimento pela costa brasileira. O Pão de Açúcar novamente serve de referencial para os navegadores.
1532 - Chegada de Pero Lopes de Souza em 24 de maio, vindo de São Vicente
1555 - Chega em 10 de novembro a expedição colonizadora francesa, dirigida pelo almirante Nicolau Durand de Villegagnon. Era o Brasil então governado por Dom Duarte da Costa, que não obteve apoio da coroa portuguesa para expulsar os invasores.
1560 - Em 21 de fevereiro o Governador Geral Mem de Sá chega ao Rio de Janeiro para combater os franceses que haviam se instalado no interior da baía de Guanabara, onde haviam fundado a França Antártida. Em um ataque realizado em 15 de março, Mem de Sá expulsa os franceses da fortaleza francesa de Coligny na pequena ilha de Villegagnon, retornando a Salvador alguns dias após a batalha.
1565 - Em 28 de fevereiro Estácio de Sá, sobrinho de Mem de Sá, aporta com sua esquadra entre o Pão de Açúcar e o Morro Cara de Cão, para cumprir a missão de desalojar definitivamente os franceses dos domínios da coroa de Portugal. No dia primeiro de março Estácio de Sá funda a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro aos pés do Pão de Açúcar. Em 6 de março os portugueses sofrem o primeiro ataque dos índios Tamoios. Em primeiro de junho, Estácio de Sá repele um ataque de tamoios e franceses no arraial de São Sebastião, entre o morro Cara de Cão e o Pão de Açúcar. Ocorre em 13 de julho a primeira luta naval tamoios e portugueses.
1566 - Posse do primeiro alcaide-mor (prefeito) Francisco Dias Pinto no dia 13 de junho. Em 15 de outubro os tamoios atacam o arraial de São Sebastião.
1567 - Em 18 de janeiro, Estácio de Sá recebe o reforço da esquadra de seu tio Mem de Sá. Em 20 de janeiro durante um ataque às paliçadas de Uruçu-mirim e Paranapucu, defendidas por tamoios e franceses, Estácio de Sá é ferido por uma flecha e morre aos pés do Pão de Açúcar em 20 de fevereiro. Após consolidada a retomada das terras cariocas, no dia primeiro de março, Mem de Sá transfere a sede da cidade do local da fundação para o Morro do Descanso, mais tarde chamado Alto da Sé, depois Alto de São Sebastião, Morro de São Januário, e finalmente nomeado Morro do Castelo, como foi conhecido até sua demolição no início do século XX.
1568 - Em 4 de março o governador geral Mem de Sá nomeia seu sobrinho Salvador Correia de Sá governador da cidade, o terceiro da série depois de Estácio de Sá e do próprio Mem de Sá.
1575 - Criação da prelazia de São Sebastião do Rio de Janeiro em 19 de julho.
1582 - Entrada da grande esquadra espanhola comandada por Diogo Flores Valdez em 24 de março, destinando-se ao estreito de Magalhães.
1599 - O navio holandês Eendracht aproxima-se da entrada da Baía de Guanabara para dar cobertura a um desembarque de invasores aos pés do Pão de Açúcar. Os desembarcados são imediatamente repelidos e voltam aos barcos, abandonando os feridos na praia hoje conhecida como Praia de Fora. O Forte Nossa Senhora da Guia, hoje conhecido como Fortaleza de Santa Cruz, abriu fogo sobre o Eendracht, obrigando-o a bater em retirada.
1608 - Lançamento da pedra fundamental do edifício do convento de Santo Antônio no dia 4 de junho.
1614 - Em 30 de dezembro Martim de Sá ataca e destroça, junto à foz do rio Guandu, um destacamento do almirante holandês Joris Van Spilbergen.
1640 - Em 22 de junho foi assinada uma convenção entre os jesuítas e a municipalidade, que pôs fim ao motim provocado pela publicação do breve de 22 de abril de 1639, em favor da liberdade dos índios.
1660 - Em 8 de novembro ocorre uma insurreição popular contra o governador interino Tomé Carreira de Alvarenga, que foi deposto. Foi então aclamado governador Agostinho Barbalho Bezerra,.
1676 - Foi criado em 16 de novembro o bispado, como sufragâneo do arcebispo da Bahia, sendo eleito bispo Dom Francisco Manuel Pereira.
1678 - Lançamento da pedra fundamental do prédio do convento da Ajuda em 9 de julho.
1696 - Conclusão das obras de reconstrução da Fortaleza de Santa Cruz em 6 de novembro.
1699 - Em 17 de março começa a funcionar a Casa da Moeda. Em 20 de junho as terras do Outeiro da Ponta do Carioca, mais tarde chamado Outeiro da Glória, são doadas pelo Dr. Cláudio Gurgel do Amaral à irmandade de Nossa Senhora da Glória.
1702 - Assinada em 31 de janeiro a carta régia que transferiu para o Rio de Janeiro a Casa de Cunho da Moeda, até então estabelecida em Pernambuco.
1709 - Foi assinada em 3 de novembro a carta régia que desmembrou da capitania do Rio de Janeiro as de São Paulo e de Minas Gerais.
1710 - Em 11 de agosto chega à barra a esquadra do capitão-de-fragata francês Jean François Duclerc, que é imediatamente repelido pelos portugueses. Em 16 de agosto soa o toque de rebate, entre 8 e 9 horas da noite, por terem sido vistas cinco naus de alto bordo fora da baia, elas traziam o capitão Duclerc e suas tropas de invasão. Em 17 de agosto a esquadra de Duclerc, depois de trocar tiros com a Fortaleza de Santa Cruz, desiste de forçar a barra e ruma para a Ilha Grande onde chegam no dia 27. Em 11 de setembro o capitão Duclerc desembarca com 1.050 homens em Guaratiba e toma o caminho da cidade, marchando por sete dias cruzando o que hoje são os bairros da Barra da Tijuca e Jacarepaguá, cruzando montanhas e florestas. Após invadir a cidade pelos lados do atual bairro de Santa Tereza, foram dar os franceses na Praça do Carmo (hoje Praça XV) em 19 de setembro, quando Duclerc e os 600 homens restantes renderam-se encurralados no trapiche da cidade. Em 21 de setembro os navios de Duclerc entregam-se por ordem de seu capitão, que foi mantido como prisioneiro de guerra na cidade.
1711 - Em 18 de março é assassinado o capitão Duclerc, em seu cárcere em uma confortável casa na atual rua da Quitanda. A França, a pretexto de indignação com o ocorrido envia, sob o comando do almirante René Duguay Trouin, uma esquadra com 17 navios e 5.400 homens, que chega ao Rio de Janeiro em 12 de setembro, e favorecida por forte nevoeiro penetra na cidade sem ser vista e vai ocupar com 500 homens a Ilha das Cobras, e logo após desembarcam 3.800 homens na praia de São Diogo e ocupam sem resistência os morros de São Diogo, da Providência , do Livramento e da Saúde. Em 20 de setembro às 11 horas da noite, depois do bombardeio da cidade pelas forças de Duguay Trouin, o governador Francisco de Castro Morais abandona a cidade e foge para o interior. Em meio a medonhas trovoadas e chuvas, a população também abandona a cidade em pânico. Em 23 de setembro a guarnição da Fortaleza de Santa Cruz rende-se às forças francesas. Em 10 de outubro ocorre a assinatura da convenção para pagamento de grande soma em dinheiro, pelo resgate da cidade; acordam o ato o almirante Duguay Trouin e o mestre de campo João de Paiva Souto Maior, representando do governador Francisco de Castro Morais. Em 11 de outubro chega à cidade uma tropa de 6.000 homens chefiada por Antonio Albuquerque Coelho de Carvalho, governador da capitania de São Paulo e Minas, que nada pode fazer em função do acordo assinado entre o governador Castro Morais e os invasores. Em 4 de novembro, após receber a última parcela do valor acordado, Duguay Trouin evacua a cidade. Em 13 de novembro as tropas francesas partem do Rio de Janeiro deixando para trás uma cidade totalmente devastada.
1732 - Ocorre um grande incêndio no mosteiro de S. Bento em 23 de março.
1739 - Assinatura, em 8 de junho, da provisão que cria o Colégio dos Órfãos de São Pedro, mais tarde Seminário de São Joaquim, mais tarde transformado no Imperial Colégio de Pedro II.
1750 - Inaugurado em 30 de março o Convento da Ajuda., e em 21 de julho é lançada a pedra fundamental do Convento de Santa Teresa.
1751 - Assinatura do alvará que criou o tribunal de Relação do Rio de Janeiro em 13 de outubro.
1752 - Em 15 de junho inicia o funcionamento do Tribunal da Relação.
1763 - Em 27 de janeiro a cidade fundada aos pés do Pão de Açúcar se transforma na capital do Vice-Reino, com a assinatura da carta patente real que transferiu a sede do poder da Bahia para o Rio de Janeiro, e em 19 de outubro ocorre a posse do primeiro vice-rei, D. Antônio Álvares da Cunha, Conde da Cunha.
1767 - Posse do segundo vice-rei, D. Antônio Rolim de Moura, conde de Azambuja em 17 de novembro. Em 22 de novembro é assinada a ordem régia que mandou concluir a bateria em roda da ilha de Villegaignon.
1768 - Chega no dia 13 de novembro o célebre navegador inglês James Cook , em viagem para o Pacífico.
1769 - Posse do terceiro vice-rei, D. Luís de Almeida Portugal, Marquês do Lavradio no dia 4 de novembro.
1771 - Estabelecimento de uma feira no largo da Glória pelo vice-rei marquês do Lavradio no dia 15 de agosto.
1773 - Inauguração da igreja de S. Francisco da Penitência no dia 4 de outubro.
1775 - Lançamento em 6 de junho da pedra fundamental da Igreja da Candelária.
1786 - Fundação da Sociedade Literária do Rio de Janeiro em 6 de junho.
1789 - Inauguração do chafariz da Pirâmide, obra de Mestre Valentim, no Largo do Carmo (atual Praça XV) em 26 de março. Prisão do patriota Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, em 10 de maio, numa casa da rua dos Latoeiros, hoje rua Gonçalves Dias, no local onde está o edifício da Associação dos Empregados no Comércio do Rio de Janeiro.
1798 - Em 2 de maio começa a funcionar o Correio Geral.
1808 - Em primeiro de maio o príncipe regente D. João envia manifesto aos governos das nações amigas, no qual expõe os motivos que obrigavam a corte portuguesa a mudar para o Brasil e declarar guerra à França. É criada em 13 de maio a Imprensa Régia, mais tarde Tipografia Nacional, hoje Imprensa Nacional. Em 13 de junho é inaugurado o Real Horto, anexo à fábrica de pólvora instalada no Engenho do Lago, mais tarde transformado em Jardim Botânico. Acontece a primeira procissão de Corpus Christi em 16 de junho. Assinado em 27 de junho o alvará que dividiu a cidade em bairros e criou o imposto predial.Começa a circular em 10 de setembro a Gazeta do Rio de Janeiro, publicada pela imprensa Régia, nosso primeiro jornal. Em 12 de outubro é assinado o alvará que criou o Banco do Brasil.
1809 - Abertura da Biblioteca da Marinha no dia 16 de dezembro.
1810 - Assinatura em 4 de dezembro da carta régia que criou a Academia Militar do Rio de Janeiro, mais tarde Escola Militar do Brasil.
1811 - Assinatura do alvará que criou o Jardim Botânico em primeiro de março. Abertura das aulas da Academia Militar do Rio de Janeiro, mais tarde Escola Militar das Agulhas Negras, no dia 23 de abril. Em 11 de maio o Jardim Botânico, anexo ao Museu Real, é franqueado ao povo. Abertura da Real Biblioteca do Rio de Janeiro em 13 de maio. Franqueamento em 3 de dezembro, da Biblioteca Real ao público estudioso, com licença prévia.
1813 - Inauguração em 12 de outubro do Real teatro São João, mais tarde Constitucional Fluminense, Imperial Teatro São Pedro de Alcântara, Teatro São Pedro e hoje Teatro João Caetano, com a ópera O Juramento dos Numes, poema de Dom Gastão Fausto da Câmara e música do maestro Marcos Portugal.
1815 - Assinatura, no dia 16 de dezembro, da carta de lei que criou o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, transformou as capitanias em províncias.
1816 - Realizam-se solenidades públicas em 21 de janeiro pela elevação do Brasil à categoria de reino.
1817 - Instalação, em 21 de outubro, do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
1818 - Assinado em 26 de maio o decreto que criou o Museu Real, hoje Museu Nacional.
1821 - No dia primeiro de junho entra em circulação o Diário do Rio de Janeiro, nosso primeiro jornal diário, dirigido por Zeferino Vitor de Meireles. Inauguração em 15 de setembro do Reverbero Constitucional Fluminense, periódico político de Joaquim Gonçalves Ledo e do cônego Januário da Cunha Barbosa, o qual muito concorreu para a proclamação da independência e da monarquia constitucional.
1822 - O príncipe regente Dom Pedro, atendendo às representações dos fluminenses, paulistas e mineiros, declara no dia 9 de janeiro que decidiu ficar no Brasil, desobedecendo assim às ordens das Cortes Constituintes da Nação Portuguesa, que o chamavam à Europa. Acontece em 2 de junho a primeira reunião dos procuradores gerais das províncias do Brasil, sob a presidência do Príncipe Regente Dom Pedro. Foi instalada também em 2 de junho a Sociedade Secreta Nobre Ordem dos Cavaleiros de Santa Cruz, da qual fizeram parte Dom Pedro, José Bonifácio, Gonçalves Ledo e outros próceres da Independência. Assinatura em 3 de junho do decreto de convocação da Assembléia Constituinte. Joaquim Gonçalves Ledo, em sessão do Grande Oriente de 20 de agosto, declara ser chegada a ocasião de proclamar-se a independência e a realeza constitucional do Brasil. Na sessão do Conselho de Estado do dia 2 de setembro, sob a presidência da princesa real Dona Leopoldina, é reconhecida a necessidade de ser proclamada a independência. Chega de S. Paulo em 14 de setembro, o Príncipe Regente Dom Pedro, que acabara de proclamar a independência do Brasil. Em 15 de setembro, o Príncipe Regente Dom Pedro se apresenta ao público no real Teatro de São João, hoje Teatro João Caetano, trazendo no braço um laço verde e amarelo. Acontece em 22 de setembro a apuração geral da eleição de deputados à Constituinte pela cidade e província do Rio de Janeiro. Em 10 de novembro as novas bandeiras do Brasil são abençoadas e distribuidas aos corpos de guarnição do Rio de Janeiro.
1823 - Aberta em 3 de maio a Assembléia Geral Brasileira Constituinte e Legislativa. Dissolvida em 12 de novembro, pelo Imperador Dom Pedro I, a Assembléia Constituinte com a prisão de vários deputados.
1825 - Realiza-se em 12 de junho a primeira corrida pública de cavalos no bairro de Botafogo. Inicia sua operação em primeiro de outubro o Jornal do Commércio.
1826 - Inauguração em 6 de maio do edifício do Senado do Império com a sessão inaugural da primeira legislatura. Reconhecimento do Príncipe Imperial Dom Pedro I pela Assembléia Geral em 2 de agosto. Inauguração em 5 de novembro da Real Academia de Desenho, Pintura, Escultura e Arquitetura Civil, mais tarde Imperial Academia de Belas Artes.
1827 - Criação da Caixa de Amortização em 14 de novembro.
1828 - Promulgação da lei que criou a Câmara Municipal em primeiro de outubro.
1829 - Fundação em 28 de maio da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro, depois Imperial Academia de Medicina e Academia Nacional de Medicina. Inauguração em 31 de julho do farol da ilha Rasa. Primeira exposição de Belas Artes em 2 de dezembro.
1830 - Instalação da primeira Câmara Municipal em 15 de janeiro.
1831 - Lutas nas ruas entre brasileiros e portugueses na noite de 13 de março, evento que ficou conhecido como noite das garrafadas. A agitação popular começada no dia 5 de abril, força a abdicação de Dom Pedro I em 7 de abril. Aclamação de Dom Pedro II como Imperador em 9 de abril. Partem Dom Pedro I e Dona Amélia de Leuchtenberg para a Europa em 13 de abril, a bordo da fragata inglesa Volage. Primeira sessão da diretoria da Caixa Econômica em 31 de julho.
1832 - Chegada do naturalista inglês Charles Darwin, a bordo do Beagle em 4 de abril. Ocorre em 30 de julho uma importante sessão na Câmara dos Deputados, na qual se discutiu um projeto para que ela se convertesse em Assembléia Nacional e decretasse reformas constitucionais.
1834 - Promulgação em 12 de agosto do Ato Adicional à Constituição do Império. O art. primeiro estabeleceu o Município Neutro, hoje Distrito Federal.
1835 - Inauguração em 28 de março da navegação a vapor entre o Rio e Niterói. Toma posse em 12 de outubro o Padre Diogo Antônio Feijó como Regente do Império. Inauguração em 13 de outubro do serviço de barcas da Sociedade de navegação de Niterói.
1837 - Assinatura do decreto que cria o Imperial Colégio Dom Pedro II em 2 de dezembro.
1838 - Inaugurado em 25 de março o Imperial Colégio de Pedro II, hoje Colégio Pedro II, e em primeiro de maio são iniciadas as aulas naquela instituição. O general Cunha Matos e o cônego Januário da Cunha Barbosa propõem em sessão da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional de 18 de agosto a criação de um Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
1839 - Inauguração do cemitério de São Francisco Xavier em 2 de julho.
1840 - Pela primeira vez se tira uma fotografia no Rio de Janeiro no dia 17 de janeiro. Foi lançada a pedra fundamental do edifício da Santa Casa de Misericórdia no dia 2 de julho. Proclamação pela Assembléia Geral da maioridade de Dom Pedro II em 23 de julho.
1841 - Sagração e coroação do imperador Dom Pedro II no dia 18 de julho.
1842 - Lançamento no dia 17 de julho da pedra fundamental da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Glória.
1843 - Emissão em primeiro de agosto dos selos do correio do valor de 30, 60 e 90 réis, conhecidos por "olhos de boi", a segunda emissão de selos do mundo. Instalação do Instituto da Ordem dos Advogados em 7 de setembro. Instituição da Bolsa de Valores em 21 de outubro.
1845 - Chegada em 9 de junho dos primeiros colonos alemães que mais tarde foram os povoadores da cidade de Petrópolis. Em 21 de fevereiro é realizado o primeiro baile à fantasia da cidade, no Teatro São Januário. Inauguração de um serviço de barcas para Botafogo no dia 2 de julho.
1847 - Inaugurado em 12 de outubro o serviço de tílburis.
1848 - Inauguração em 10 de agosto das aulas do Conservatório de Música, no Edifício do Museu.
1850 - Inauguração em 19 de março do Cemitério de São Francisco de Paula, no Catumbi. Promulgação do Código Comercial em 25 de junho.
1851 - Entrada do Theviot na baía de Guanabara em 6 de janeiro, primeiro vapor transatlântico, saído de Southampton, inaugurando a primeira linha entre a Europa e o Brasil. Acontece em Botafogo no dia primeiro de novembro a primeira regata da cidade.
1852 - Estabelecimento da primeira linha telegráfica no Brasil, entre o Paço de São Cristóvão e o Ministério da Guerra no dia 11 de maio. Inauguração do Hospital Geral da Santa Casa de Misericórdia no dia 2 de julho. Inauguração em 16 de setembro do edifício da Sociedade Portuguesa de Beneficência. Inauguração do cemitério de S. João Batista no dia 4 de dezembro.
1854 - O violento entrudo (antiga folia popular) é abolido e em seu lugar, em 28 de fevereiro, é criada a passeata carnavalesca, de onde se originou o atual carnaval carioca.
1859 - Em 5 de fevereiro é inaugurado o edifício da Escola Militar na Praia Vermelha. Este edifício foi utilizado como pavilhão central na exposição de 1908, onde trabalhou Augusto Ramos o idealizador do teleférico do Pão de Açúcar. O prédio da Escola Militar foi demolido em 1935 depois da revolta do Terceiro Regimento de Infantaria, centro do movimento conhecido como "Intentona Comunista".
1879 - Em 21 de fevereiro a luz elétrica é utilizada pela primeira vez na cidade, iluminando a estação central da Estrada de Ferro Dom Pedro II, atual Central do Brasil. A energia elétrica movimentaria também em 1912 os bondinhos do Pão de Açúcar
1891 - Em 24 de fevereiro é promulgada na cidade do Rio de Janeiro a primeira Constituição da República.
1904 - O Pão de Açúcar pode ser avistado do canteiro de obras da avenida Central, hoje conhecida como avenida Rio Branco, que teve suas obras iniciadas em 8 de março.
1908 - Inaugurada em 28 de janeiro na Praia Vermelha, próximo ao Pão de Açúcar, a exposição comemorativa do centenário da abertura dos portos brasileiros às nações amigas, onde era coordenador o engenheiro Augusto Ferreira Ramos, que durante sua permanência na exposição idealizou o teleférico do Pão de Açúcar.